Conhecida inicialmente como Pouso Diamante, Diamante D’Oeste, como agora é chamada, tem sua história relacionada com imigrantes do Rio Grande do Sul e Santa Catarina que foram à região para explorar as riquezas naturais, especialmente seu fértil solo. O nome diamante, deve-se, segundo lenda ou história local, aos viajantes que pousavam no local e, ao matar a sede em um riacho local, exclamaram: “que água mais límpida! Mais parece um diamante!”.
Percebe-se, portanto, que a história é rica, mas o município em si não é tão antigo. Na verdade, essa cidade do oeste paranaense foi desmembrada de Matelândia apenas em 21 de dezembro de 1987, através do Decreto Estadual 8.674.
A cidade, que possui área de 293,2 Km2, tem forte vocação rural e as paisagens do campo, vistas nas fotografias, são o melhor reflexo do município. As culturas da soja e milho, além da criação de suínos e aves são muito fortes, mas a localidade também tem outras culturas, sem perder a beleza e o espação para a vegetação local típica, além, claro, das flores, que enfeitam a cidade e o campo.
Outro ponto de intensa beleza é o conhecido saltinho do Rio São Francisco Falso, formado pelo curso de água tido como fundamental para o desenvolvimento da mata ciliar.
A cidade também possui aldeias indígenas. As imagens do site são da Aldeia Tekohá Itamarã. Importante falar que tive oportunidade de conhecer brevemente, mas foi possível ver uma cultura rica e o aproveitamento inteligente da área produtiva.
Outro local de interesse é o museu do Sítio da Morada do Sol, que fica na Vila Bonita, e guarda muito dos utensílios e costumes dos pioneiros da região, obviamente, mas também conta muito da história de bravos brasileiros que povoaram, não só a região oeste do Paraná, mas do todo o Brasil.
Uma peculiaridade ou melhor um acontecimento natural que presenciei, é o agrupamento de centenas ou até milhares de aves em árvores da região. Foi algo que simplesmente deixa qualquer um encantado.
Por esses motivos e muitos outros é que o nome diamante é bem-vindo ao local, não só pelas águas, mas por tudo o que oferece de beleza e resplendor.
Fotos: Novembro 2019
Texto: 03 de agosto de 2020







